Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 18 de outubro de 2026

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 18 de outubro de 2026



 Entre lágrimas, promessas e vírus: o mundo desafina, mas a esperança continua cantando!

Por Antonio Glauber Santana Ferreira — (Japaratuba-SE)

O domingo, 18 de outubro de 2026, amanheceu com o coração apertado e terminou com o céu chorando notas musicais! Morreu, aos 84 anos, o inesquecível Benito di Paula, vítima de câncer de próstata. Meu Deus! O piano ficou órfão, o samba vestiu luto e a saudade resolveu fazer um show sem cobrar ingresso! O homem que transformava sentimentos em melodias partiu, deixando seus eternos “Retalhos de Cetim” costurados na alma brasileira. Até Charlie Brown deve ter tirado o chapéu para enxugar uma lágrima! Benito foi embora, mas sua música continuará dançando nos salões da memória. Afinal, artista verdadeiro não morre: muda de palco e vai cantar nas estrelas! Enquanto a tristeza afinava seu violino, Sergipe transformava fé em uma gigantesca caminhada de esperança! Milhares de romeiros percorreram aproximadamente dez quilômetros até Divina Pastora, pela rodovia SE-160. Minha Nossa Senhora! O sol estava tão quente que parecia um forno de padaria fabricando pecadores assados! Os pés reclamavam, os joelhos pediam aposentadoria, as sandálias ameaçavam entrar em greve e até o suor parecia rezar um terço! Mas a fé seguia firme, carregando promessas, lágrimas e gratidão. Quem tem esperança no coração encontra forças até quando as pernas apresentam atestado médico! E, enquanto os sergipanos caminhavam abraçados à fé, a África enfrentava uma tragédia assustadora. O Quênia confirmou seu oitavo caso de ebola, enquanto a epidemia avançava pelo Congo, já deixando mais de 4.500 mortos. Misericórdia! O vírus atravessa fronteiras sem passaporte, não respeita placas de trânsito e não precisa de visto! Já a solidariedade humana, infelizmente, às vezes enfrenta uma burocracia maior que fila de banco em dia de pagamento! É preciso investir em saúde, ciência e proteção à vida, porque doença não se combate com discursos enfeitados nem promessas embrulhadas em papel de presente! Que domingo contraditório! Um piano silenciou, milhares de pés caminharam e uma epidemia fez o mundo estremecer. A vida é mesmo uma professora exigente: aplica provas sem avisar, distribui saudades sem pedir licença e ainda cobra recuperação de humanidade! Mas, entre lágrimas e gargalhadas, seguimos aprendendo que a morte pode silenciar uma voz, o cansaço pode castigar os pés, mas nenhuma tempestade deveria arrancar do coração humano a capacidade de amar, cuidar e ter esperança!

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