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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 15 de Fevereiro de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 15 de Fevereiro de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos à leitura da crônica de hoje. O Carnaval em Sergipe resolveu acender o pavio da alegria como se o sol tivesse descido do céu para brincar de pandeiro. Pirambu, Aracaju, Neópolis e Barra dos Coqueiros viraram um grande caldeirão de purpurina, suor e gargalhadas — um oceano onde as ondas não são de água, mas de gente dançando, sorrindo e esquecendo, ainda que por algumas horas, as contas, os boletos e os espinhos da vida. O Carnaval, esse velho mágico, tem o estranho poder de transformar pedreiro em rei, professora em passista, e político em santo… pelo menos até a quarta-feira de cinzas, quando a fantasia volta a ser apenas tecido e a realidade reaparece, séria, com cara de segunda-feira. Mas enquanto o tambor rufava, a vida também tocava um sino grave: morreu Renato Rabelo, aos 83 anos, um homem que atravessou décadas de debates, i...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 14 de Fevereiro de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 14 de Fevereiro de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abram a janela da mente e vamos para emoção nas curvas… leitura da notícia do dia 14 de fevereiro de 2026, um dia histórico. O mundo acordou com o som de tambores e o ranger das engrenagens da História. Em Aracaju, o Bloco Rasgadinho desfilou como um rio colorido, serpenteando pelas ruas, arrastando foliões como o vento arrasta folhas de cajueiro no verão. A cidade parecia um coração gigante batendo em ritmo de frevo, suor e gargalhadas. Havia purpurina no ar, cheiro de protetor solar, cerveja e alegria — uma mistura que faz o tempo dançar descalço. Enquanto isso, lá longe, na Itália, um brasileiro deslizava sobre a neve como se estivesse escrevendo poesia branca sobre a montanha. Lucas Pinheiro não esquiou… ele flutuou. A neve caía como aplausos silenciosos, e o cronômetro, esse carrasco sem alma, foi obrigado a se curvar diante do impo...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 13 de Fevereiro de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 13 de Fevereiro de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos à leitura da crônica de hoje… --- Na sexta-feira 13, o mundo acordou com o humor de um palhaço cansado: sorrindo por obrigação, mas com a alma cheia de perguntas. O noticiário parecia um carnaval antes do desfile — tambores afinando, confetes no chão e gente discutindo quem vai tocar o primeiro surdo. Em Sergipe, os policiais civis fizeram o que a vida às vezes faz com a gente: disseram “vou parar” e, poucas horas depois, disseram “vou continuar”. A paralisação que parecia um trovão virou um relâmpago tímido, desses que só iluminam o céu por um segundo e deixam a noite ainda mais pensativa. A decisão de rever o movimento veio do compromisso com a sociedade e com os turistas, num gesto que mostrou que, às vezes, a responsabilidade pesa mais que o cansaço — embora o cansaço continue ali, sentado no ombro como um papagaio resmungão....

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 12 de Fevereiro de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 12 de Fevereiro de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O mundo amanheceu no dia 12 de fevereiro como um tambor de escola de samba: batendo forte, fazendo barulho, chamando atenção — e, às vezes, desafinando. Em Sergipe, mais de oito mil policiais foram convocados para vigiar o Carnaval. O governo montou um verdadeiro exército de escudos, rádios e olhares atentos, como se a alegria fosse um rio caudaloso que, sem margens, poderia transbordar. A folia é uma ave colorida: linda quando voa livre, perigosa quando perde o rumo. E lá estavam os guardiões, tentando garantir que o confete não virasse pedra e que o riso não se transformasse em choro. Enquanto isso, em Brasília, a Justiça trocava de mãos como um bastão numa corrida olímpica. Após a saída de Toffoli, o ministro André Mendonça assumiu a relatoria do caso Master. A política, meus amigos, é um tabuleiro onde as peças às vezes s...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 11 de Fevereiro de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 11 de Fevereiro de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos que vamos, meu povo, fazer a leitura da crônica de hoje. Puxe a cadeira, ajeite o coração, porque as notícias de hoje vieram como um prato de feijoada servido em dia quente: pesadas, temperadas e com aquele gosto agridoce que a vida insiste em cozinhar. Comecemos por Sergipe, onde até carro de luxo resolveu entrar para o currículo do crime. Durante uma operação contra o tráfico interestadual de drogas, um veículo daqueles que parecem ter sido polidos com lágrimas de milionário foi apreendido. O curioso — ou trágico, ou cômico, ou tudo junto, como um circo pegando fogo — é que o tráfico, esse polvo de mil tentáculos, já não anda mais de chinelo e bermuda. Agora desfila de couro, ar-condicionado e banco elétrico. O crime, que antes parecia um barraco improvisado, hoje constrói castelos sobre areia movediça, e ainda tem ge...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 10 de Fevereiro de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 10 de Fevereiro de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Olá, caro leitor e cara leitora… puxe a cadeira, ajeite o coração, sirva um café — se não tiver café, sirva coragem mesmo, porque o noticiário de hoje veio pesado como nuvem de chumbo carregada de trovão. O dia amanheceu com uma notícia que parecia uma faca atravessando o silêncio da manhã. Em Aracaju, um homem matou três familiares e terminou morto após a ação policial. A tragédia não bateu na porta — arrombou. Entrou sem pedir licença, derrubando paredes invisíveis que ainda tentamos manter de pé dentro das famílias. A violência, às vezes, não vem de longe… nasce dentro de casa, como um incêndio que começa em um fósforo esquecido sobre a mesa. E quando se percebe, já consumiu telhado, memória e esperança. O mais doloroso não é apenas o crime — é a pergunta que fica vagando no ar como um fantasma sem descanso: em que momento...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 09 de Fevereiro de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 09 de Fevereiro de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O mundo acordou hoje como um grande palco de circo: de um lado, palhaços sem maquiagem; de outro, sábios com jaleco; e, no meio, a plateia — nós — tentando entender se ri, se chora ou se pede a conta. Comecemos pela ciência, essa senhora elegante que anda de salto alto pelos corredores do conhecimento. A UFS, nossa Universidade Federal de Sergipe, entrou para o seleto clube das instituições de excelência, conquistando a nota máxima na pós-graduação em Ciências da Saúde. Nota 7.0 — o Everest das avaliações acadêmicas. E que beleza é ver o saber florescer! É como se uma mangueira antiga, plantada há décadas, finalmente desse frutos doces o bastante para adoçar o orgulho de um estado inteiro. Enquanto alguns ainda brigam por migalhas de ignorância, a ciência sergipana constrói catedrais invisíveis de conhecimento. E conhecimento, meus amigo...