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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 01 de agosto de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 01 de agosto de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira Agosto chegou vestido de maestro, empunhando uma batuta feita de esperança e manchetes, como quem dizia ao calendário: "Apertem os cintos, porque o espetáculo da vida não conhece ensaio!" Entrou sorrindo, mas logo tropeçou na sandália da realidade. Afinal, notícia boa no Brasil costuma andar de mãos dadas com a prima distante chamada confusão, e as duas adoram aparecer sem convite. Em Aracaju, um caminhão resolveu fazer o pior churrasco da história e virou brasa antes mesmo de contar sua última viagem. O fogo dançou um forró tão exagerado que a fumaça subiu ao céu pedindo carona às nuvens. Os bombeiros chegaram como poetas vestidos de coragem, apagando o espetáculo das chamas antes que o incêndio resolvesse abrir uma franquia no bairro inteiro. O caminhão virou cinzas, mas, felizmente, a vida saiu vencedora. Às vezes, Deus escreve milagres com ma...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 31 de julho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 31 de julho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira Julho de 2026 enxugou as lágrimas com o lenço bordado pelo tempo, fechou lentamente a mala das lembranças, vestiu o casaco da saudade e saiu caminhando pela longa estrada da História. Não bateu a porta. Apenas sorriu com os olhos marejados, como quem diz: "Fiz o que pude." E lá foi ele, acenando da janela do calendário, enquanto agosto já ensaiava os primeiros passos. Embarquemos, então, no último vagão do trem das notícias de julho, onde os trilhos rangem, a esperança apita, a ironia compra passagem sem desconto e a realidade insiste em viajar na primeira classe. A primeira estação trouxe um concurso público que resolveu brincar de esconde-esconde com o sonho alheio. A candidata aprovada em primeiro lugar descobriu que vencer a corrida nem sempre garante cruzar a linha de chegada. O diploma olhou para o edital, o edital cruzou os braços, o diplom...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 30 de julho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 30 de julho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira Deixe o perfume das notícias entrar na sua casa... Na manhã de 30 de julho, o mundo resolveu tomar café numa xícara rachada. De um lado, Sergipe abriu as janelas do futuro e anunciou vagas para estagiários do Ministério Público Federal. Era a esperança vestida de mochila, caderno novo e um currículo tremendo mais do que vara verde em dia de ventania. A juventude correu atrás das inscrições como quem persegue um ônibus que insiste em sair exatamente quando a gente chega. O futuro, esse danado, adora brincar de esconde-esconde, mas quando aparece, vem sorrindo e dizendo: "Estuda, meu filho, porque milagre também gosta de concurso." Enquanto isso, em Brasília, os cofres públicos espreguiçaram os braços e R$ 5,7 bilhões saíram para passear pelo Orçamento. O dinheiro parecia uma onça solta na floresta da burocracia, cercada por políticos que farejavam ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 29 de julho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 29 de julho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira O mundo acordou decidido a escrever uma comédia dramática com tinta de petróleo, perfume de gás, lágrimas de criança e uma calculadora que já nasceu cansada de somar escândalos. Sergipe, esse pequeno gigante de coração oceânico, resolveu conversar com o mar, e o mar respondeu abrindo um cofre líquido. Das profundezas surgiram promessas de petróleo e gás como quem promete um banquete para um povo que há muito mastiga esperança. O gás sorriu para o fogão, o fogão sorriu para a panela, e a panela cochichou para o feijão: "Será que agora você para de custar um rim?" Até a chaleira ensaiou um samba, sonhando em ferver sem provocar um susto na conta do fim do mês. Mas a alegria brasileira parece gostar de brincar de esconde-esconde. Quando a esperança levantou a cabeça, apareceu o velho fantasma das emendas, vestido de terno caro e carregando bolsos tão...

A Origem da Escova de Dentes

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A Origem da Escova de Dentes A escova de dentes, um objeto simples e indispensável no dia a dia, possui uma história de milhares de anos. Muito antes de sua invenção, povos da Antiguidade já demonstravam preocupação com a higiene bucal. Egípcios, babilônios e gregos utilizavam pequenos galhos de árvores, chamados de "mastigadores", cujas pontas eram desgastadas com os dentes até se transformarem em fibras capazes de limpar a superfície dentária. Também eram usados panos, penas, ossos e misturas de ervas aromáticas para manter a boca limpa e o hálito agradável. A primeira escova de dentes semelhante à que conhecemos hoje surgiu na China, por volta do final do século XV. Ela era produzida com cerdas rígidas retiradas do pescoço de porcos e fixadas em cabos de bambu ou de osso. Com o passar do tempo, esse modelo se espalhou para a Europa, onde passou por adaptações, pois as cerdas naturais eram consideradas muito duras. Foram então substituídas por pelos de cavalos e...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 28 de julho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 28 de julho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira O dia 28 de julho de 2026 resolveu vestir a fantasia de maestro do caos e saiu regendo uma orquestra onde o mosquito tocava violino, as armas batiam tambor e a Terra, cansada de guardar seus soluços, espirrou um terremoto tão forte que o Japão pareceu dançar um forró sem ter convidado ninguém para o salão. O planeta, esse velho ator dramático, resolveu improvisar o roteiro enquanto nós, figurantes de luxo, continuamos discutindo a cor da cortina do teatro. Em Sergipe, o Aedes aegypti parecia candidato em época de eleição: visitando municípios, apertando mãos invisíveis e prometendo distribuir dengue para todos, sem distinção de CEP. Quarenta e sete cidades em risco médio de infestação. O mosquito, esse vampiro de bolso, faz turismo melhor do que muita gente que nunca conseguiu juntar dinheiro para conhecer a praia vizinha. É um empresário de asas, especiali...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 27 de julho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 27 de julho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira Ler é a maratona da inteligência. Enquanto os olhos percorrem as palavras, o cérebro levanta pesos invisíveis. Vamos abrir as cortinas para as notícias que desfilaram seu charme na segunda-feira, 27 de julho de 2026. Eu, Antonio Glauber, autor desta crônica, convido você, caro amigo e cara amiga, para caminhar comigo por esse circo chamado mundo, onde a realidade insiste em contratar roteiristas mais criativos do que qualquer comediante. O mar sergipano resolveu escrever um capítulo digno de cinema. Um tubarão-tigre de três metros e cerca de duzentos quilos acabou vencido pela invisível armadilha de uma rede de pesca. O rei silencioso do oceano, acostumado a desfilar como imperador das águas, descobriu que até os gigantes tropeçam nos fios que a vida estende sem avisar. O oceano, velho poeta de barba salgada, parece ter chorado em espuma. O homem pesca o pe...