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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 13 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 13 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abram a janela da leitura e vamos que vamos para crônica de segunda-feira, o 13º dia de abril de 2026… porque hoje o mundo acordou com o mar batendo na porta da fé, a língua tropeçando na própria arrogância e o karatê dando lição de silêncio e disciplina. Na Praia do Saco, o oceano resolveu virar arquiteto — desses impacientes, que não pedem licença e nem respeitam história. Avança como um velho teimoso, roendo a areia com dentes de sal, querendo engolir uma igreja de 400 anos como quem mastiga memória. E aí a Justiça entra em cena como um médico de urgência: “não é para matar, é para salvar”. Desmontar para preservar… que ironia! É como pedir ao coração que bata fora do peito para não morrer afogado. A fé, coitada, agora anda de mala pronta, tentando fugir da maré que não reza e não perdoa. Enquanto isso, lá no palco das palavras mal escolh...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 12 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 12 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abram-se as cortinas, porque o palco do mundo hoje resolveu misturar fé, fortuna e foguetes — um espetáculo onde Deus, o dinheiro e a Lua disputam o protagonismo como atores vaidosos de um drama que ora beira a comédia, ora escorrega na tragédia. Lá na Praia do Saco, em Estância, o tempo vestiu batina e saiu em procissão. Uma igreja de mais de 400 anos, cansada de ver gerações passarem como ondas que beijam a areia e somem, foi abraçada pelo povo — literalmente abraçada — como se fosse uma avó prestes a ser arrancada da sala pela burocracia fria, esse monstro de gravata que não reza, mas sentencia. Era um abraço coletivo, desses que não cabem no corpo, só na alma. Um povo dizendo: “não mexa na nossa memória, porque memória não se demole, se sangra”. E ali, entre mãos dadas e olhos marejados, a fé parecia uma vela teimosa enfrentando o vento ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 11 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 11 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O mundo acordou no dia 11 de abril como quem espreguiça a própria consciência: meio preguiçoso, meio desconfiado, como se a realidade fosse um café amargo servido sem açúcar — e ainda assim obrigatório. Em Sergipe, a CNH resolveu tirar férias da burocracia. De repente, renovar documento virou passeio no parque, como se o velho carimbo estatal tivesse sido substituído por um abraço administrativo. Mais de 3,6 mil condutores, antes prisioneiros da fila e do suspiro, agora desfilam com suas habilitações renovadas como quem ganha uma medalha invisível. É o Estado, esse elefante de passos lentos, tentando aprender a dançar forró em ritmo acelerado. Milagre? Evolução? Ou só uma pausa estratégica no caos? Fica a dúvida, essa eterna passageira do banco de trás. Enquanto isso, em algum canto do supermercado, a mostarda — coitada, sempre tão discreta ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 10 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 10 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Olá, meu povo… vamos que vamos mergulhar nesse oceano meio salgado, meio amargo, meio irônico das notícias deste décimo dia de abril, onde até o vento parece ler manchetes e suspirar cansaço. Lá na Praia do Saco, a velha igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem — que já viu mais histórias que avó em cadeira de balanço — foi condenada a fazer as malas. Imagine só: uma capela do século XVI, dessas que rezam com as paredes, sendo convidada a sair como quem atrapalha a sala. O tempo, esse escultor invisível, ficou ali parado, com a enxada na mão, perguntando: “eu construí memória… vocês desmontam história?” E o povo, entre rezas e revoltas, assiste a fé sendo empacotada como se fosse mudança de fim de semana. Até Deus deve ter coçado a barba celestial e pensado: “rapaz… tão mexendo no meu endereço sem nem pedir licença…” Enquanto isso, em Brasília,...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 09 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 09 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O dia 09 de abril amanheceu com a cidade vestindo um casaco invisível — desses que não protegem do frio, mas escondem o que ninguém quer ver. Em Aracaju, o jornalista Anderson Barbosa resolveu puxar esse casaco pelo fio da consciência e desfiar, página por página, o tecido do esquecimento. Seu livro, INvisíveis, não é apenas papel e tinta — é um espelho sem filtro, onde a sociedade se olha e, constrangida, desvia o olhar como quem vê a própria alma desalinhada. Porque há gente morando nas calçadas enquanto o mundo mora na pressa. Há vidas que passam como vento sem endereço, e a cidade, essa senhora elegante, finge não sentir o cheiro da própria omissão. Enquanto isso, no tribunal — esse teatro de gravatas e decisões — a justiça resolveu dar um puxão de orelha no improviso administrativo. A Adema, que deveria ser guardiã da natureza, parecia ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 08 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 08 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE E o dia 08 de abril amanheceu com ares de novela policial misturada com comédia de erros — dessas em que o ladrão esquece onde escondeu o próprio juízo e a realidade ri da cara da lógica. Em Aracaju, a polícia puxou o fio da meada e encontrou dois suspeitos que tratavam joias furtadas como quem vende bijuteria em feira de domingo: brilho sem história, luxo sem alma, ouro sem honra. Era como se o crime tivesse aberto uma loja clandestina chamada “Consciência em liquidação”, com desconto progressivo na vergonha. Mas a polícia chegou, fechou o caixa do absurdo e lembrou que, no Brasil, até o ilícito às vezes anda de salto alto… mas tropeça na própria ganância. Enquanto isso, lá no teatro político — onde os discursos vestem terno e a verdade às vezes vai de chinelo — a Câmara resolveu apertar o bolso de quem brinca de alquimista moderno, mistura...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 07 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 07 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O dia 07 de abril amanheceu com o céu indeciso, desses que parecem não saber se choram em forma de chuva ou se riem em forma de sol — talvez refletindo o humor das notícias, esse carnaval de contradições onde o Brasil dança frevo com o mundo em ritmo de suspense. Em Sergipe, o governo fez aquilo que a política sabe fazer como ninguém: trocou o motorista no meio da viagem e seguiu fingindo que o ônibus não balança. A saída de Déborah Dias da pasta do Meio Ambiente foi anunciada como quem diz “foi bom enquanto durou”, mas sem dizer quem vem depois — porque, no teatro da gestão pública, às vezes o palco fica vazio e a plateia continua aplaudindo por hábito. O meio ambiente, coitado, segue sendo esse paciente em UTI, enquanto os médicos discutem quem vai segurar o estetoscópio. E a natureza, silenciosa e irônica, observa tudo como uma velha sábi...