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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 27 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 27 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE A crônica de hoje é como um roteiro de cinema. Boa leitura, caro(a) leitor(a). Abram-se as cortinas… e lá vem a primeira cena: Aracaju, cidade onde a água resolveu brincar de esconde-esconde, como criança levada que foge da mãe no supermercado. Um registro — desses grandões, tipo chefe de novela — foi fechado, quebrado e virou protagonista de um drama digno de Oscar. A tal “interferência externa” soa como aquele vilão misterioso que ninguém vê, mas todo mundo culpa. No fim, a água voltou, meio tímida, pedindo desculpa, como quem chega atrasada numa festa e ainda quer dançar forró. Corta para a Amazônia, que aparece no filme como uma senhora sábia, de cabelos verdes e olhar cansado. Pela primeira vez em muito tempo, ela suspira aliviada: menos 17% de desmatamento. Não é vitória de campeonato, mas já é um gol de honra no segundo tempo da esper...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 26 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 26 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abram-se as torneiras da imaginação — porque as da realidade… ah, essas resolveram fazer greve e pedir férias no meio do verão da paciência! Em Aracaju, no bairro Aruana, a água virou lenda urbana, dessas que a gente conta pros netos: “Era uma vez um chuveiro que chorava água de verdade…”. Mas agora, o que escorre é só indignação, quente como café sem açúcar. A tal adutora, com seus 800 milímetros de promessas, rompeu-se como um discurso mal ensaiado — e o povo, coitado, virou peixe fora d’água… sem água! Ironia digna de prêmio: o cidadão pagando conta de água e recebendo vento encanado. É o encanamento da decepção! Enquanto isso, lá em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorna ao palco da política após uma pausa médica — como um ator que sai do camarim com curativo invisível e sorriso ensaiado, dizendo ao país: “O espetáculo ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 25 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 25 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos começar pela primeira cena… e que se abram as cortinas desse teatro chamado Brasil, onde a vida entra em cartaz com roteiro de comédia, drama e uma pitada de suspense que nem roteirista de novela ousaria escrever sem pedir licença ao caos. Em Barra dos Coqueiros, a saúde veste jaleco de esperança e sai vacinando como quem distribui escudos invisíveis contra vírus traiçoeiros — influenza de um lado, chikungunya do outro, como dois vilões de desenho animado tentando dominar o corpo humano. Já Aracaju resolve transformar shopping em posto de saúde, porque brasileiro já vai mesmo ao shopping pra gastar o que não tem, então por que não sair de lá imunizado contra o que não quer? É a ciência dando rolê de escada rolante, aplicando vacina entre uma vitrine e outra — quase um “tome aqui sua dose e aproveite a promoção da vida”. E enquanto a sa...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 24 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 24 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Sextou… e o Brasil acordou com o coração batendo em ritmo de samba, mas tropeçando nos próprios cadarços da realidade — porque aqui até a esperança dança, mas às vezes pisa no pé da tristeza sem pedir desculpa. Abrimos o jornal como quem abre uma janela num dia nublado: entra um vento gelado de preocupação e, no meio dele, uma história que aperta o peito como abraço de saudade. Uma bebê, pequena como um verso ainda sendo escrito por Deus, carregava no pulmão um pedaço de descuido humano — um fio, desses que deveriam ligar vidas, mas que por ironia cruel quase desligou uma. A medicina correu, como bombeiro em incêndio de urgência, e retirou o intruso, esse vilão microscópico. Agora ela repousa na UTI, esse território entre o suspiro e a oração, enquanto o Brasil inteiro vira pai, mãe e esperança num só sentimento: “fica, pequena, o mundo aind...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 23 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 23 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abramos as cortinas desse teatro chamado Brasil, onde o roteiro é escrito à base de sustos e gargalhadas nervosas, e o palco insiste em ranger sob os pés de uma plateia que já não sabe se aplaude ou pede socorro. No dia 23 de abril, o país acordou com um poste caído — não apenas de concreto, mas simbólico, como se fosse o próprio equilíbrio urbano dando uma topada na pressa e dizendo: “opa, hoje não tem luz nem juízo”. Em Aracaju, uma carreta resolveu brincar de dominó com a infraestrutura e derrubou um poste no Bairro 18 do Forte. Resultado? Quase seis mil almas mergulhadas na escuridão, como se a cidade tivesse decidido fazer um retiro espiritual à força, daqueles onde a reflexão vem acompanhada de geladeira desligada e ventilador aposentado. A energia foi embora como político em promessa: rápida, sorrateira e deixando todo mundo no calor ...

PROJETO CIRCUITO ESTADUAL Faz de Conta 22 ANOS EM CARTAZ

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COMPANHIA  PONTO DE TEATRO PROJETO CIRCUITO ESTADUAL Faz de Conta 22 ANOS EM CARTAZ JAPARATUBA 29 de Abril (quarta-feira) --- OFICINA DE TEATRO HORÁRIO: 08 HORAS LOCAL: BARRACÃO CULTURAL ENDEREÇO: AVENIDA TANCREDO NEVES, 441 --- APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO ‘FAZ DE CONTA’ HORÁRIO: 14 HORAS LOCAL: BARRACÃO CULTURAL ENDEREÇO: AVENIDA TANCREDO NEVES, 441 --- FUNCAP – Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe SERGIPE – Governo do Estado PNAB – Política Nacional Aldir Blanc Ministério da Cultura Governo Federal BRASIL – União e Reconstrução

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 22 de abril de 2026

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Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE 22 de abril: o Brasil sopra velinhas num bolo histórico que já nasceu meio indigesto — descoberto por uns, invadido por outros, reinterpretado por quase todos. É aniversário de um país que parece aquele parente festeiro: canta parabéns, mas esquece de pagar as contas da festa. E enquanto a memória nacional veste fantasia de caravela, a realidade sai de moto… e cai dentro de um bueiro aberto em Aracaju, como se a cidade resolvesse engolir seus próprios filhos em goles apressados de descuido. O motociclista, pobre equilibrista do asfalto, virou metáfora viva: num país onde buraco não é só ausência de tampa, mas excesso de abandono, cair num bueiro é quase um rito de passagem urbano — um mergulho involuntário na boca escancarada da negligência. Os bombeiros e o Samu, esses heróis de farda invisível, puxam o homem de volta à superfície como quem resgata um verso perdido no fundo da página. E a cidade? A cidade finge que foi s...