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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 02 de maio de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 02 de maio de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos contar a história do 2° dia de maio de 2026… O mundo amanheceu com o coração dividido, como um violão desafinado tocando entre o luto e o riso. Lá pras bandas do Irã, a justiça vestiu capa de carrasco e dançou um tango sombrio com a vida: dois homens foram executados, acusados de espionagem para Israel, sob o olhar silencioso do Mossad — esse espião invisível que parece personagem de filme, mas atua como roteiro de tragédia. A corda não apenas apertou pescoços, apertou consciências, como se o mundo fosse um tribunal onde o juiz é o medo e a sentença é sempre definitiva demais. Mas enquanto a morte cochichava em tons fúnebres, a vida, teimosa feito milho brotando em terra seca, sorria em Sergipe. Ah, o milho! Esse ouro verde que dança forró antes mesmo de virar pamonha! Com o São João se aproximando, o mercado ferve como panela de canjic...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 01 de maio de 2026 – Dia do Trabalhador

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 01 de maio de 2026 – Dia do Trabalhador Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O 1º de maio amanheceu com cheiro de café forte e suor antigo, desses que carregam histórias nas costas como quem carrega um mundo inteiro dentro de uma marmita. O Dia do Trabalhador chegou batendo na porta da vida com mãos calejadas e sorriso teimoso, como quem diz: “tô cansado, mas não me entrego nem por decreto”. E o Brasil, esse velho operário de si mesmo, resolveu trabalhar até nas notícias — porque aqui até a realidade faz hora extra. Em Sergipe, o absurdo resolveu tirar férias da lógica e foi passear no Hospital Universitário de Lagarto — e não foi de jaleco, não. Foi de escamas. Um filhote de jacaré-de-papo-amarelo apareceu como quem perdeu o endereço do pântano e resolveu dar entrada no SUS sem ficha e sem CPF. Preso entre muros, ali, entre o estacionamento e o cemitério, o pequeno réptil parecia refletir: “se co...

A urgência de aprender: A inteligência artificial não espera por ninguém

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A urgência de aprender: A inteligência artificial não espera por ninguém Por Antonio Glauber Santana Ferreira A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar presença concreta no cotidiano. Ela está nos aplicativos que sugerem rotas, nos sistemas que organizam empresas, nas plataformas educacionais que personalizam o ensino e até nas decisões estratégicas de governos. Ignorar essa realidade não é apenas um erro — é um risco de exclusão. Vivemos uma transformação comparável à Revolução Industrial. Naquele período, quem resistiu às máquinas ficou à margem do progresso. Hoje, a história se repete com novos protagonistas: algoritmos, dados e sistemas inteligentes. A diferença é que, desta vez, a mudança acontece em ritmo acelerado, sem dar tempo para hesitação. Mas é preciso deixar algo claro: a inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, e sim para ampliar suas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas, analisa grandes volumes...

A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém

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A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém Por Antonio Glauber Santana Ferreira  A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar presença concreta no cotidiano. Ela está nos aplicativos que sugerem rotas, nos sistemas que organizam empresas, nas plataformas educacionais que personalizam o ensino e até nas decisões estratégicas de governos. Ignorar essa realidade não é apenas um erro — é um risco de exclusão. Vivemos uma transformação comparável à Revolução Industrial. Naquele período, quem resistiu às máquinas ficou à margem do progresso. Hoje, a história se repete com novos protagonistas: algoritmos, dados e sistemas inteligentes. A diferença é que, desta vez, a mudança acontece em ritmo acelerado, sem dar tempo para hesitação. Mas é preciso deixar algo claro: a inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, e sim para ampliar suas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas, analisa grandes vo...

A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém

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A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém Por Antonio Glauber Santana Ferreira A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar presença concreta no cotidiano. Ela está nos aplicativos que sugerem rotas, nos sistemas que organizam empresas, nas plataformas educacionais que personalizam o ensino e até nas decisões estratégicas de governos. Ignorar essa realidade não é apenas um erro — é um risco de exclusão. Vivemos uma transformação comparável à Revolução Industrial. Naquele período, quem resistiu às máquinas ficou à margem do progresso. Hoje, a história se repete com novos protagonistas: algoritmos, dados e sistemas inteligentes. A diferença é que, desta vez, a mudança acontece em ritmo acelerado, sem dar tempo para hesitação. Mas é preciso deixar algo claro: a inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, e sim para ampliar suas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas, analisa grandes volumes...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 30 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 30 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abril de 2026 se despede como um ator cansado, mas vaidoso, desses que saem do palco fazendo reverência até para a própria sombra — um mês que sorriu com dentes de ouro e chorou com lágrimas de ferrugem. Foi um calendário que parecia ter coração: ora batia em ritmo de samba, ora soluçava em silêncio de velório. E assim, com esse ar de quem viveu demais em poucos dias, ele fecha as cortinas e cochicha: “sobrevivam a maio, se puderem”. Em Sergipe, a justiça resolveu vestir toga de trovão e fazer chover consequências. O ex-prefeito de Neópolis, que brincou de maestro com a máquina pública, regendo contratações como quem distribui balas em festa de criança — só que a festa era eleitoral — agora dança ao som da inelegibilidade. Oito anos fora do baile político: tempo suficiente para refletir, ou para ensaiar novos passos nos bastidores. A defesa ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 29 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 29 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O dia 29 de abril amanheceu com o céu meio desconfiado, como quem acorda e olha o mundo pelas frestas da cortina, perguntando: “lá vem mais um capítulo ou mais um capítulo da mesma novela?”. E não é que o roteiro resolveu ousar? O Senado, que às vezes parece um teatro onde os aplausos são ensaiados, resolveu trocar o script e, num gesto digno de novela mexicana com final inesperado, disse “não” a Messias o indicado ao Supremo. Um “não” que ecoou como trovão em céu de brigadeiro, desses que fazem até as cadeiras tremerem de susto. Desde 1894 que o palco não via tamanho ato de rebeldia — quase deu vontade de chamar o roteirista de volta e perguntar: “tem certeza disso?”. Enquanto isso, nos bastidores digitais da vida moderna — esse grande cassino invisível onde cliques valem mais que moedas — a polícia puxou a cortina de um espetáculo nada eng...