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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 04 de maio de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 04 de maio de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O dia 04 de maio de 2026 amanheceu com o mundo tropeçando nas próprias pressas, como um bêbado elegante tentando atravessar a avenida da vida sem derramar o copo — mas derramando, claro, porque a realidade não costuma respeitar a etiqueta. Em Aracaju, um carro resolveu brincar de peixe e mergulhou no canal como quem dizia: “se não posso voar no trânsito, ao menos nado na imprudência”. Foi um salto involuntário, uma coreografia desastrada entre volante e destino, porque alguém decidiu invadir a preferencial — esse território sagrado onde a pressa vira rei e a responsabilidade tira férias. O asfalto, coitado, assistiu tudo calado, já acostumado a ser palco de imprudências com roteiro repetido. Enquanto isso, lá em Belo Horizonte, o céu — que deveria ser poesia — virou manchete. Um avião pequeno, desses que parecem ter sido feitos com sonhos e p...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 03 de maio de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 03 de maio de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos abrir o jornal e abraçar as notícias do 3° dia de maio de 2026 como quem abraça um parente distante: com carinho… e um certo medo do que vem pela frente. A madrugada em Lagarto resolveu brincar de dragão cuspindo labaredas numa loja de eletrônicos — talvez os celulares tenham decidido protestar contra tantas mensagens não respondidas, queimando de raiva literalmente. O fogo, esse bailarino nervoso, ensaiou um espetáculo trágico, ameaçando pular para as casas vizinhas como fofoqueiro que não se contenta com um segredo só. Mas os bombeiros chegaram como heróis de mangueira em punho, apagando não só as chamas, mas também o susto, que já fazia check-in no coração da vizinhança. Enquanto isso, em Brasília, o corpo humano vira manchete: o ex-presidente Jair Bolsonaro melhora, o ombro cicatriza, e a medicina segue seu papel de costureira silen...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 02 de maio de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 02 de maio de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos contar a história do 2° dia de maio de 2026… O mundo amanheceu com o coração dividido, como um violão desafinado tocando entre o luto e o riso. Lá pras bandas do Irã, a justiça vestiu capa de carrasco e dançou um tango sombrio com a vida: dois homens foram executados, acusados de espionagem para Israel, sob o olhar silencioso do Mossad — esse espião invisível que parece personagem de filme, mas atua como roteiro de tragédia. A corda não apenas apertou pescoços, apertou consciências, como se o mundo fosse um tribunal onde o juiz é o medo e a sentença é sempre definitiva demais. Mas enquanto a morte cochichava em tons fúnebres, a vida, teimosa feito milho brotando em terra seca, sorria em Sergipe. Ah, o milho! Esse ouro verde que dança forró antes mesmo de virar pamonha! Com o São João se aproximando, o mercado ferve como panela de canjic...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 01 de maio de 2026 – Dia do Trabalhador

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 01 de maio de 2026 – Dia do Trabalhador Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O 1º de maio amanheceu com cheiro de café forte e suor antigo, desses que carregam histórias nas costas como quem carrega um mundo inteiro dentro de uma marmita. O Dia do Trabalhador chegou batendo na porta da vida com mãos calejadas e sorriso teimoso, como quem diz: “tô cansado, mas não me entrego nem por decreto”. E o Brasil, esse velho operário de si mesmo, resolveu trabalhar até nas notícias — porque aqui até a realidade faz hora extra. Em Sergipe, o absurdo resolveu tirar férias da lógica e foi passear no Hospital Universitário de Lagarto — e não foi de jaleco, não. Foi de escamas. Um filhote de jacaré-de-papo-amarelo apareceu como quem perdeu o endereço do pântano e resolveu dar entrada no SUS sem ficha e sem CPF. Preso entre muros, ali, entre o estacionamento e o cemitério, o pequeno réptil parecia refletir: “se co...

A urgência de aprender: A inteligência artificial não espera por ninguém

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A urgência de aprender: A inteligência artificial não espera por ninguém Por Antonio Glauber Santana Ferreira A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar presença concreta no cotidiano. Ela está nos aplicativos que sugerem rotas, nos sistemas que organizam empresas, nas plataformas educacionais que personalizam o ensino e até nas decisões estratégicas de governos. Ignorar essa realidade não é apenas um erro — é um risco de exclusão. Vivemos uma transformação comparável à Revolução Industrial. Naquele período, quem resistiu às máquinas ficou à margem do progresso. Hoje, a história se repete com novos protagonistas: algoritmos, dados e sistemas inteligentes. A diferença é que, desta vez, a mudança acontece em ritmo acelerado, sem dar tempo para hesitação. Mas é preciso deixar algo claro: a inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, e sim para ampliar suas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas, analisa grandes volumes...

A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém

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A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém Por Antonio Glauber Santana Ferreira  A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar presença concreta no cotidiano. Ela está nos aplicativos que sugerem rotas, nos sistemas que organizam empresas, nas plataformas educacionais que personalizam o ensino e até nas decisões estratégicas de governos. Ignorar essa realidade não é apenas um erro — é um risco de exclusão. Vivemos uma transformação comparável à Revolução Industrial. Naquele período, quem resistiu às máquinas ficou à margem do progresso. Hoje, a história se repete com novos protagonistas: algoritmos, dados e sistemas inteligentes. A diferença é que, desta vez, a mudança acontece em ritmo acelerado, sem dar tempo para hesitação. Mas é preciso deixar algo claro: a inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, e sim para ampliar suas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas, analisa grandes vo...

A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém

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A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém Por Antonio Glauber Santana Ferreira A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar presença concreta no cotidiano. Ela está nos aplicativos que sugerem rotas, nos sistemas que organizam empresas, nas plataformas educacionais que personalizam o ensino e até nas decisões estratégicas de governos. Ignorar essa realidade não é apenas um erro — é um risco de exclusão. Vivemos uma transformação comparável à Revolução Industrial. Naquele período, quem resistiu às máquinas ficou à margem do progresso. Hoje, a história se repete com novos protagonistas: algoritmos, dados e sistemas inteligentes. A diferença é que, desta vez, a mudança acontece em ritmo acelerado, sem dar tempo para hesitação. Mas é preciso deixar algo claro: a inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, e sim para ampliar suas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas, analisa grandes volumes...