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A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém

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A urgência de aprender: a inteligência artificial não espera por ninguém Por Antonio Glauber Santana Ferreira A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar presença concreta no cotidiano. Ela está nos aplicativos que sugerem rotas, nos sistemas que organizam empresas, nas plataformas educacionais que personalizam o ensino e até nas decisões estratégicas de governos. Ignorar essa realidade não é apenas um erro — é um risco de exclusão. Vivemos uma transformação comparável à Revolução Industrial. Naquele período, quem resistiu às máquinas ficou à margem do progresso. Hoje, a história se repete com novos protagonistas: algoritmos, dados e sistemas inteligentes. A diferença é que, desta vez, a mudança acontece em ritmo acelerado, sem dar tempo para hesitação. Mas é preciso deixar algo claro: a inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, e sim para ampliar suas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas, analisa grandes volumes...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 30 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 30 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abril de 2026 se despede como um ator cansado, mas vaidoso, desses que saem do palco fazendo reverência até para a própria sombra — um mês que sorriu com dentes de ouro e chorou com lágrimas de ferrugem. Foi um calendário que parecia ter coração: ora batia em ritmo de samba, ora soluçava em silêncio de velório. E assim, com esse ar de quem viveu demais em poucos dias, ele fecha as cortinas e cochicha: “sobrevivam a maio, se puderem”. Em Sergipe, a justiça resolveu vestir toga de trovão e fazer chover consequências. O ex-prefeito de Neópolis, que brincou de maestro com a máquina pública, regendo contratações como quem distribui balas em festa de criança — só que a festa era eleitoral — agora dança ao som da inelegibilidade. Oito anos fora do baile político: tempo suficiente para refletir, ou para ensaiar novos passos nos bastidores. A defesa ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 29 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 29 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O dia 29 de abril amanheceu com o céu meio desconfiado, como quem acorda e olha o mundo pelas frestas da cortina, perguntando: “lá vem mais um capítulo ou mais um capítulo da mesma novela?”. E não é que o roteiro resolveu ousar? O Senado, que às vezes parece um teatro onde os aplausos são ensaiados, resolveu trocar o script e, num gesto digno de novela mexicana com final inesperado, disse “não” a Messias o indicado ao Supremo. Um “não” que ecoou como trovão em céu de brigadeiro, desses que fazem até as cadeiras tremerem de susto. Desde 1894 que o palco não via tamanho ato de rebeldia — quase deu vontade de chamar o roteirista de volta e perguntar: “tem certeza disso?”. Enquanto isso, nos bastidores digitais da vida moderna — esse grande cassino invisível onde cliques valem mais que moedas — a polícia puxou a cortina de um espetáculo nada eng...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 28 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 28 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE As notícias do 28º dia de abril desfilaram como um carnaval fora de época, com confetes de esperança e serpentinas de ironia escorrendo pelas calçadas molhadas de Sergipe. O céu chorava — não se sabe se de emoção ou de vergonha — enquanto a água, essa entidade tão desejada, fazia greve silenciosa nas torneiras, como uma diva ofendida que decide não cantar no palco principal. A tal da adutora, larga como promessa de político em ano eleitoral, resolveu vazar seus segredos na Avenida Gasoduto, e a população, coitada, ficou no papel de plateia sedenta, aplaudindo o nada com copos vazios. Ah, Iguá! Essa artista do improviso que promete água às 14h como quem promete amor eterno numa tarde de domingo. E o povo acredita — porque acreditar, meu caro leitor, ainda é mais barato que comprar água mineral. Enquanto isso, lá vem o Instituto Butantan, vest...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 27 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 27 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE A crônica de hoje é como um roteiro de cinema. Boa leitura, caro(a) leitor(a). Abram-se as cortinas… e lá vem a primeira cena: Aracaju, cidade onde a água resolveu brincar de esconde-esconde, como criança levada que foge da mãe no supermercado. Um registro — desses grandões, tipo chefe de novela — foi fechado, quebrado e virou protagonista de um drama digno de Oscar. A tal “interferência externa” soa como aquele vilão misterioso que ninguém vê, mas todo mundo culpa. No fim, a água voltou, meio tímida, pedindo desculpa, como quem chega atrasada numa festa e ainda quer dançar forró. Corta para a Amazônia, que aparece no filme como uma senhora sábia, de cabelos verdes e olhar cansado. Pela primeira vez em muito tempo, ela suspira aliviada: menos 17% de desmatamento. Não é vitória de campeonato, mas já é um gol de honra no segundo tempo da esper...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 26 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 26 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abram-se as torneiras da imaginação — porque as da realidade… ah, essas resolveram fazer greve e pedir férias no meio do verão da paciência! Em Aracaju, no bairro Aruana, a água virou lenda urbana, dessas que a gente conta pros netos: “Era uma vez um chuveiro que chorava água de verdade…”. Mas agora, o que escorre é só indignação, quente como café sem açúcar. A tal adutora, com seus 800 milímetros de promessas, rompeu-se como um discurso mal ensaiado — e o povo, coitado, virou peixe fora d’água… sem água! Ironia digna de prêmio: o cidadão pagando conta de água e recebendo vento encanado. É o encanamento da decepção! Enquanto isso, lá em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorna ao palco da política após uma pausa médica — como um ator que sai do camarim com curativo invisível e sorriso ensaiado, dizendo ao país: “O espetáculo ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 25 de abril de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 25 de abril de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Vamos começar pela primeira cena… e que se abram as cortinas desse teatro chamado Brasil, onde a vida entra em cartaz com roteiro de comédia, drama e uma pitada de suspense que nem roteirista de novela ousaria escrever sem pedir licença ao caos. Em Barra dos Coqueiros, a saúde veste jaleco de esperança e sai vacinando como quem distribui escudos invisíveis contra vírus traiçoeiros — influenza de um lado, chikungunya do outro, como dois vilões de desenho animado tentando dominar o corpo humano. Já Aracaju resolve transformar shopping em posto de saúde, porque brasileiro já vai mesmo ao shopping pra gastar o que não tem, então por que não sair de lá imunizado contra o que não quer? É a ciência dando rolê de escada rolante, aplicando vacina entre uma vitrine e outra — quase um “tome aqui sua dose e aproveite a promoção da vida”. E enquanto a sa...