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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 10 de junho de 2026.

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 10 de junho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O dia 10 de junho amanheceu com o mundo tropeçando nos próprios cadarços da razão. As notícias chegaram à porta da manhã como vendedores ambulantes de absurdos, carregando sacolas cheias de espanto, gargalhadas nervosas e algumas lágrimas escondidas entre os parágrafos. Em Sergipe, uma senhora resolveu transformar o romance em filme de suspense. Diz a notícia que o companheiro, um octogenário que provavelmente sonhava com redes, café e tranquilidade, acordou no meio de um pesadelo armado com facão. O amor, esse passarinho que às vezes canta e às vezes bica, resolveu vestir armadura medieval e desfilar pelas estradas de Pirambu e Santo Amaro das Brotas. Cupido, constrangido, pediu licença e foi procurar outro emprego. Afinal, há relacionamentos que terminam com um adeus, outros com bloqueio nas redes sociais, mas alguns parecem querer encerra...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 09 de junho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 09 de junho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Caro(a) leitor(a), boa leitura da crônica do 9º dia de junho de 2026. Hoje acordei e encontrei o noticiário sentado na varanda, tomando café com a tristeza e jogando dominó com a ironia. As manchetes pareciam ter saído de um romance escrito por um poeta cansado e um humorista sem filtro. Em Sergipe, quatorze gatos perderam a vida no campus da UFS. Quatorze pequenos habitantes de bigodes filosóficos, especialistas em cochilos acadêmicos e doutores honorários em miados. A notícia chegou silenciosa, mas pesou como um elefante usando botas de concreto. Os corredores da universidade pareciam perguntar, em voz baixa, que espécie de criatura consegue declarar guerra a seres que transformam qualquer canto em lar. Enquanto a Polícia Civil, o MPF e a universidade investigam o caso, a indignação passeia pelo campus como um gato sobrevivente procurando ...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 08 de junho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 08 de junho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abram a janela e vamos ler a crônica das notícias do 8º dia de junho de 2026. Junho está vestido de remendos coloridos, chapéu de palha na cabeça e sanfona debaixo do braço. Em Aracaju, um ônibus resolveu abandonar a carreira de simples veículo e virou foguete junino. Não transporta apenas passageiros; leva sonhos, memórias e um punhado de saudades embaladas ao som de Luiz Gonzaga. O danado parece ter tomado mingau de milho e café forte, pois sai desfilando pelas ruas como se fosse o próprio rei do baião procurando um arraial perdido entre as avenidas da capital. Enquanto isso, lá nas terras dos processos e das investigações, uma delação resolveu aparecer como aqueles bolos de festa que chegam enormes, cheios de cobertura, mas quando se corta a primeira fatia descobre-se que o recheio ficou devendo. Os investigadores olharam para o documento...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 07 de junho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 07 de junho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Abram o jornal e vamos para a leitura da crônica deste domingo, 07 de junho de 2026. O domingo acordou vestido de chita, chapéu de palha e sorriso matuto. Em Sergipe, a Quadrilha Junina Século XX entrou no terreiro da vida dançando mais do que ponteiro de relógio atrasado em dia de São João. Levantou poeira, levantou aplausos, levantou a autoestima e, se deixassem, levantava até o telhado do arraial. Foi campeã do Levanta Poeira 2026 e agora levará o nome sergipano para o Festival de Quadrilhas da Globo Nordeste. O povo comemorou tanto que até as estrelas do céu pareciam balançar de um lado para o outro em formação de quadrilha. A sanfona sorriu, o triângulo gargalhou e a zabumba bateu no peito da noite como quem dizia: "Sergipe continua sabendo transformar chão em palco e poeira em ouro." Mas nem só de forró vive o domingo. No fut...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as Notícias do Dia 06 de Junho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as Notícias do Dia 06 de Junho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE O sábado amanheceu vestido de chita, chapéu de palha e sorriso largo. Em Aracaju, a velha e charmosa Marinete do Forró voltou a desfilar pelas ruas como uma avó dançarina que se recusa a aposentar os passos. O ônibus jardineira parecia uma sanfona gigante sobre rodas, soprando memórias, espalhando acordes e recolhendo passageiros como quem colhe estrelas no terreiro de junho. Enquanto isso, os turistas embarcavam numa viagem onde o GPS era substituído pelo coração e onde cada esquina tocava um xote diferente. Se o trânsito reclamou, reclamou baixinho, porque até os semáforos pareciam balançar no ritmo do forró. Mas nem tudo no grande circo chamado Brasil era festa. Lá em Brasília, os penduricalhos do Judiciário resolveram aparecer para o retrato oficial. O ministro Edson Fachin anunciou um pente-fino nos benefícios que, de tão numerosos, par...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as Notícias do Dia 05 de Junho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as Notícias do Dia 05 de Junho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Junho abriu a sanfona do tempo e puxou o fole da esperança. Em Aracaju, a Marinete do Forró saiu pelas ruas parecendo uma nave espacial nordestina, movida a zabumba, triângulo e sorriso. Era como se Santo Antônio tivesse tirado carteira de motorista e resolvesse passear pela cidade levando passageiros em vagões de alegria. O ônibus cantava, dançava e quase pedia milho cozido nos semáforos. E convenhamos: num mundo onde tanta gente vive desafinada pela correria, um ônibus carregado de forró vale mais que mil buzinas de mau humor. Enquanto isso, lá pelos corredores da Justiça, uma denúncia contra um desembargador suspeito de trocar decisão judicial por um quadriciclo acabou arquivada. O caso passou pela estrada da investigação e estacionou na garagem da falta de provas. O quadriciclo, coitado, virou celebridade nacional. Nunca um veículo de qu...

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 04 de junho de 2026

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Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 04 de junho de 2026 Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE Meus amigos e minhas amigas, o quarto dia de junho amanheceu vestido de fé, usando sandálias de esperança e carregando um tapete colorido tão bonito que até as nuvens fizeram fila para tirar fotografia. Em Sergipe, os tradicionais tapetes de Corpus Christi transformaram ruas em páginas de poesia. O chão, cansado de tanto pisar em problemas, resolveu vestir roupa de festa. As serragens coloridas pareciam pinceladas de anjos artistas, enquanto a fé caminhava descalça, espalhando perfume de oração pelos becos do coração. Corpus Christi é aquele dia em que a esperança faz procissão e a alma tira o paletó da pressa. Enquanto muitos correm atrás do relógio, a fé ensina que nem toda riqueza cabe na carteira. Algumas moram dentro do peito. E como está em falta gente olhando para o céu! Tem cidadão que conhece a cotação do dólar, mas esqueceu o valor...