Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as Notícias do Dia 10 de Dezembro de 2025

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as Notícias do Dia 10 de Dezembro de 2025





Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE

Olá, caro leitor e leitora.

O dia 10 de dezembro amanheceu com o sol piscando para a gente, daquele jeito maroto que só Sergipe entende — como quem diz “prepare-se, hoje o noticiário vai servir café forte com pitadas de sarcasmo”. E não falhou.

Primeiro, lá no Congresso, o relógio virou herói: um acordo em cima da hora salvou Glauber Braga da cassação. A política, essa senhora de sobrancelhas arqueadas, deu mais um show de reviravolta, lembrando novela mexicana em seu capítulo especial de segunda-feira. O Parlamento, com sua mania de suspense, segurou o fôlego do país como quem brinca com elástico prestes a arrebentar. Resultado: cassação não, só suspensão — seis meses de “vá pensar no que fez” no cantinho institucional.

Mas no meio dessa ópera política desafinada, brotou um lírio de esperança: Sergipe ganhou seu Hospital do Câncer. Um gigante de 230 leitos, 170 milhões de reais e um coração feito de quimioterapia, coragem e fases que começam devagar, mas começam. A notícia chegou como abraço quente em manhã fria, lembrando que, apesar do mundo cambaleante, há mãos construindo enquanto outras apenas acusam. O prédio novo parece até uma fênix de concreto, prometendo renascer vidas que a dor tentou apagar.

E enquanto aqui celebrávamos esperança, lá fora o planeta seguia sua tradição de tremer o tabuleiro. Os EUA interceptaram um navio petroleiro perto da Venezuela, e Maduro, teatral como sempre, gritou ao mundo que aquilo era “interferência brutal” — quase ouvi o eco: “isso é roubo descarado!”. Trump confirmou o episódio com a naturalidade de quem fala do tempo, porque política internacional virou mesmo uma partida infinita de War, onde todo mundo quer o continente da vez.

E assim terminou o dia: entre suspensões salvadoras, hospitais que florescem e petroleiros sequestrados no tabuleiro global. O mundo girou mais rápido que o ventilador de duas hélices da varanda, lembrando que viver é isso: equilibrar tragédias, esperança e ironia enquanto o noticiário despeja metáforas vivas na nossa porta.

Até amanhã, caro leitor e leitora — com fé em Deus!

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