Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 17 de outubro de 2026

Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 17 de outubro de 2026




Entre celulares atrevidos, segredos vazados e uma prefeitura em chamas: o mundo perdeu o juízo!

Por Antonio Glauber Santana Ferreira — (Japaratuba-SE)

O dia 17 de outubro de 2026 acordou mais agitado que galinha fugindo de panela de pressão! Em Sergipe, as infrações por uso de celular ao volante aumentaram! Minha Nossa Senhora! Tem motorista que dirige com uma mão, manda mensagem com a outra e ainda procura uma terceira para fazer o sinal da cruz! O sujeito escreve “estou chegando” e quase chega primeiro ao céu! Parece que o volante virou acessório e o WhatsApp assumiu a direção! Enquanto isso, em Brasília, o Superior Tribunal de Justiça abriu investigação sobre suspeitas de vazamento de minutas de decisões para um advogado amigo de Flávio Bolsonaro. Um servidor suspeito foi exonerado! Eita, Brasil! Se as suspeitas forem comprovadas, até a Justiça terá precisado de guarda-chuva para se proteger da chuva de informações vazadas! Documento sigiloso não é receita de bolo para circular de mão em mão! Mas atenção: investigação não é condenação, e amizade não é prova de crime! A Justiça precisa ser transparente como água de nascente, não misteriosa como receita de feitiçaria! E, atravessando o Atlântico, a França resolveu transformar indignação em labaredas! Em Limoges, a prefeitura histórica de 1883 foi incendiada após manifestações contra o custo de vida, e parte do telhado desabou! Misericórdia! O prédio sobreviveu a duas guerras mundiais, mas não resistiu à estupidez humana! Até o relógio parece ter pedido demissão do tempo! Protestar é um direito; incendiar a história é colocar a própria memória no churrasco da ignorância! No fim das contas, meus amigos, entre motoristas distraídos, suspeitas de segredos vazados e monumentos transformados em cinzas, o mundo parece um circo onde os palhaços perderam a graça e a plateia esqueceu de sorrir! Que a vida nos ensine uma lição: no trânsito, precisamos de atenção; na Justiça, de honestidade; e nas ruas, de consciência! Porque o celular pode esperar, a verdade não deve ser vendida e a história não merece virar fumaça! Afinal, de que adianta tanta tecnologia, tanta lei e tanta civilização se ainda falta ao ser humano o mais simples dos equipamentos: um coração ligado à consciência e uma cabeça funcionando sem precisar de carregador!

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