Crônica do Professor Antonio Glauber sobre as notícias do dia 27 de março de 2026

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Por Antonio Glauber Santana Ferreira — Japaratuba-SE

Nobres leitores(as), senhoras e senhores, segurem firme a xícara de café — daquelas que abraçam a alma — porque hoje o Brasil acordou com cheiro de gás… e não foi só o da cozinha, não! ☕🔥

Sergipe, esse pequeno gigante de coração atlântico, resolveu sonhar alto — e sonhar caro. A Petrobras, qual velha senhora que reencontra a juventude, apertou as mãos do governo e prometeu um futuro que chega em 2030, mas já vende esperança no crediário de hoje. São bilhões que dançam no salão do PIB como debutantes perfumadas, prometendo emprego, progresso e aquela velha ilusão tropical: “agora vai!”. O gás ainda nem saiu do fundo do mar, mas já tem político soprando promessa como se fosse balão de festa junina — colorido, bonito… e às vezes vazio.

Enquanto isso, lá no Rio de Janeiro, a democracia colocou o pijama, sentou na beira da cama e disse: “Hoje não vou sair”. O STF, como um maestro de toga e gravidade, suspendeu o baile das eleições indiretas. E o povo? Ah, o povo ficou na arquibancada, com ingresso na mão e sem espetáculo. É como futebol sem bola — ou pior: com VAR infinito, onde o jogo nunca termina e a paciência já pediu substituição.

E no tabuleiro internacional, o Mercosul resolveu flertar com o Canadá. Um namoro diplomático com direito a troca de sorrisos econômicos e jantares de cifras. Prometem um casamento até o fim do ano — desses que unem interesses, não corações. Amor mesmo, só o pelo dinheiro. E o Brasil, sempre romântico, entra na relação dizendo: “dessa vez é sério”… enquanto guarda na gaveta os acordos antigos que nunca deram certo.

Ah, Brasil… esse poeta desorganizado que escreve versos em cheque especial. Um país que sonha em gás, decide em toga e negocia em dólares, mas ainda tropeça no próprio cadarço social.

No fim das contas, o café esfria, as promessas fervem e a realidade… bem, essa continua sendo aquela panela esquecida no fogo: fazendo barulho, soltando fumaça, mas ninguém sabe ao certo o que vai sair dali.

E assim seguimos — entre risos irônicos e esperanças teimosas — porque o brasileiro, meus caros, é esse equilibrista que dança sobre o abismo… sorrindo.

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